Esta matéria apresenta importantes dicas a respeito dos crimes contra o consumidor praticados pelos bancos. É de extrema importância que, antes do cliente se dirigir a uma agência bancária, ele leia atentamente esse Manual de Proteção contra o Banqueiro Ladrão e sua corja de funcionários bandidos. O cliente deve prestar muita atenção em cada palavra que o funcionário disser pois pode se tratar de uma armadilha para rouba-lo, uma cilada para estorqui-lo e/ou uma arapuca para engana-lo. É óbvio que, como em qualquer lugar, há o bom e o mal funcionário, e, além desses, o funcionário bandido, também. Aqui vão as dicas para o cliente conseguir identificar cada um.
Venda Casada: Esse crime se trata de um roubo, o cliente quer adquirir um produto/serviço e é obrigado a adquirir um outro produto/serviço, aumentando assim, o gasto que ele terá com os dois ou, até mesmo, mais produtos "obrigatórios". Exemplo: ao contratar um empréstimo/financiamento o funcionário do banco obriga o cliente a fazer um seguro de vida/título de capitalização causando, assim, um custo efetivo maior do que seria. A lei nº: 8.137/90, Artigo 5º, incisos II e III, diz que a pena é de detenção de 2 a 5 anos ou multa, parece severo, mas não é, pois como já foi dito, é roubo e pode ter certeza que o funcionário filho da puta está pouco se fodendo para o seu dinheirinho suado. O funcionário bandido ganha dinheiro com uma PLR (participação nos lucros) maior, é promovido e o banco aumenta seu lucro, tudo isso, graças ao prejuízo causado ao cliente. Agora se prepare para o pior: os políticos fantoches que tiveram suas campanhas financiadas pelos banqueiros REVOGARAM essa lei em 2.011. S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L. Como é fácil fazer o povo de otário. A venda casada foi descriminalizada [ 1 2 3 ]. Agora o povo está fodido na mão dessa gangue de bandidos que agora só levam, no máximo, uma branda advertência administrativa, o circo está montado, virou piada de mal gosto ou humor negro.
A alternativa é o cliente bater o pé e dizer que vai ligar para a ouvidoria, PROCON, BACEN e para a polícia se o funcionário negar-se a atender o seu pedido sem a venda casada. Os funcionários filhos da puta mais espertos vão falar, no início do atendimento, que não tem limite de crédito para o cliente (nos casos de solicitação de crédito), a não ser que ele dê uma reciprocidade para o banco, uma troca, ou melhor, um toma lá dá cá, a mesma coisa que fazem os políticos corruptos fantoches da burguesia, e, assim, numa eventual "mentirosa" nova análise, pode ser que abra o limite de que tanto o cliente precisa, ou seja, o cliente fica totalmente vulnerável com a situação. Como sair dessa? O cliente deve denunciar, veja como, no fim desta matéria. Após alguns dias, o gerente irá ligar para o cliente (pois levou uma carcada do superior) e convida-lo a ir à agência e procura-lo para contratar o produto/serviço SEM a venda casada. O atendimento vai ser sensacional, pois o gerente vai estar com uma cara de CU bem embaraçosa e engraçada ao mesmo tempo. Atenção: caso haja algum inconveniente durante o atendimento por parte da gerência e/ou dos funcionários, como algum tipo de represália ou ironia, basta o cliente denunciar novamente, informando o ocorrido, que a coisa se agrava para o lado deles [ 1 ]. Agora, se o cliente tem urgência e não pode esperar todo esse tempo, leia, abaixo, o tópico "Tática contra os Bancos".
A alternativa é o cliente bater o pé e dizer que vai ligar para a ouvidoria, PROCON, BACEN e para a polícia se o funcionário negar-se a atender o seu pedido sem a venda casada. Os funcionários filhos da puta mais espertos vão falar, no início do atendimento, que não tem limite de crédito para o cliente (nos casos de solicitação de crédito), a não ser que ele dê uma reciprocidade para o banco, uma troca, ou melhor, um toma lá dá cá, a mesma coisa que fazem os políticos corruptos fantoches da burguesia, e, assim, numa eventual "mentirosa" nova análise, pode ser que abra o limite de que tanto o cliente precisa, ou seja, o cliente fica totalmente vulnerável com a situação. Como sair dessa? O cliente deve denunciar, veja como, no fim desta matéria. Após alguns dias, o gerente irá ligar para o cliente (pois levou uma carcada do superior) e convida-lo a ir à agência e procura-lo para contratar o produto/serviço SEM a venda casada. O atendimento vai ser sensacional, pois o gerente vai estar com uma cara de CU bem embaraçosa e engraçada ao mesmo tempo. Atenção: caso haja algum inconveniente durante o atendimento por parte da gerência e/ou dos funcionários, como algum tipo de represália ou ironia, basta o cliente denunciar novamente, informando o ocorrido, que a coisa se agrava para o lado deles [ 1 ]. Agora, se o cliente tem urgência e não pode esperar todo esse tempo, leia, abaixo, o tópico "Tática contra os Bancos".
Grave tudo.
A justiça aceita gravações de vídeo ou voz como prova [ 1 ]. Portanto, grave tudo. Se o funcionário ladrão estiver obrigando o cliente a adquirir um produto/serviço e o cliente estiver com pressa em resolver logo o impasse, mostre o gravador ligado, chame o gerente e só saia da mesa com o produto/serviço contratado e sem a venda casada. Pode dizer que vai contatar a ouvidoria, o PROCON, o BACEN e fazer um BO na delegacia ou pergunte se ele prefere que você chame a polícia para vir até à agência fazer o BO no local.
Lugar de ladrão é na cadeia, mas a lei agora protege esses bandidos. Tá com dó? Então dá o seu dinheiro suado para o funcionário jantar num restaurante chique ou para a funcionária ir no salão de beleza pintar as unhas. Alguém diria que eles são pressionados pelo gerente, que, por sua vez, é pressionado pelo banco a fazerem isso e que por conta disso eles vivem no psicólogo, então, imagina que você tem uma escolha a fazer na vida: roubar o dinheiro dos outros ou pedir dinheiro no semáforo? A vida é feita de escolhas. Inclusive, com essa conduta esses funcionários batem metas e conseguem até ascensão profissional, entenda aumento salarial às custas de sua grana. Pode ter certeza que eles estão pouco se fodendo com você ou com seu suado dinheiro.
Bloqueio da Conta para pagar dívida: Outro crime, isso é ilegal, veja o vídeo abaixo.
Produto/Serviço não Solicitado: Outro crime é o funcionário colocar limite na conta corrente do cliente sem ele ter solicitado, também chamado de conta especial e/ou cheque especial, aquele dinheiro do banco que fica disponível, pré aprovado, mas, se o cliente usar, vai pagar juros. Há casos de clientes que só têm conta poupança e o funcionário bandido ativa a conta-corrente vinculada a esta conta poupança sem o cliente ter solicitado, apenas para colocar limite e atingir as metas da agência e o que é pior, vai começar a cobrar tarifa de manutenção de conta e juros do especial. Outro caso comum é aplicar o dinheiro do cliente sem a solicitação dele. Se gerar lucro, beleza, é claro que o cliente não precisa perder tempo para reclamar, mas, se der prejuízo, o cliente deve denunciar. Outro caso é contratar seguro, capitalização, empréstimo, sem a assinatura do cliente. A justiça obriga os bancos a ressarcir cada centavo, além dos danos morais e materiais. Denuncie, vale a pena, veja como, no fim da matéria.
Cross-Selling (Venda Cruzada): Os bancos, para fugir destas situações, estão cada vez mais sofisticados nos crimes que praticam. A tática agora é a seguinte, ao solicitar um empréstimo, o funcionário bandido fala que o juros é de tanto ao mês, daí, quando o cliente topar e/ou reclamar, ele informa/sugere (não está obrigando) que se o cliente fizer um seguro o juros diminui e o cliente trouxa e otário aceita a proposta feliz da vida porque o funcionário o "ajudou". Detalhe: há casos em que o custo real com o seguro sai mais caro do que sem, aí é fazer o cliente de otário mesmo. Se essa moda pega, logo, logo, os bancos vão estar cobrando 55% de juros ao mês sem seguro e 5% com seguro. Qual o cliente vai escolher? Veja como o cliente deve fazer para se livrar dessa "sinuca de bico", caso não queira entrar na justiça e aguardar a lerdeza do processo, lendo, abaixo, "Tática contra os Bancos". Ou seja, o funcionário não está impondo a aquisição/contratação de um produto/serviço a aquisição/contratação de outro (s), portanto, não é venda casada, mas, por outro lado, apesar do banco dar duas opções ao cliente, de fato, ele só tem uma escolha a fazer, veja que dá uma boa briga jurídica, isso se chama inteligência burguesa, ou se preferir, inteligência criminosa para o mal. O mal sempre vence. Essa tal de venda cruzada, na verdade, se trata de OFERECER (não é IMPOR) outro produto/serviço que possa ser útil ao cliente, mas que, na maioria dos casos, acaba virando venda casada, principalmente, nos bancos. Oferecer outro produto/serviço é venda cruzada, impor é venda casada. Então, a partir do momento que o banco empresta dinheiro com juros altos sem o produto/serviço vinculado, obviamente, que ele impõe, força, obriga o cliente a também adquirir/contratar o outro produto/serviço vinculado que "diminuirá" o juros do empréstimo/financiamento. Por causa dessas sutilezas a malandragem se aproveita para fazer o consumidor de otário.
Tarifas Bancárias: A tática aqui é semelhante ao Cross-Selling, o objetivo é sempre o mesmo, cumprir metas roubando a grana do cliente. Ao abrir uma conta, o funcionário diz que a tarifa de manutenção é X, porém, se ele adquirir um produto/serviço (seguro, capitalização, etc) a tarifa diminui. Só que o funcionário ladrão não diz para o cliente que ele pode ter uma conta sem tarifa e sem precisar adquirir qualquer produto/serviço. Essa tática pode ser usada, também, num empréstimo/financiamento, se o cliente pagar por um pacote mais caro, o juros fica mais barato. Qualquer dúvida em como agir, caso não queira entrar na justiça e aguardar a lerdeza do processo, vá para o tópico "Tática contra os Bancos".
Tática contra os Bancos: A tática é a seguinte, o cliente deve se fazer de trouxa e otário, dizer que gostou da proposta e aceita-la, então, no dia seguinte ou em outro dia, o cliente se dirige à agência e cancela o produto/serviço que o funcionário empurrou goela abaixo, se preferir, o cliente pode cancelar em outra agência ou pelo telefone da central de atendimento ao cliente. Se tiver medo, receio de alguma retaliação, espere um mês, pague pela primeira parcela e, então, cancele. Mas o mais legal mesmo é cancelar com o funcionário bandido que atendeu o cliente e, no final do atendimento, aproveitar para tirar uma onda com a cara do funcionário bandido. Isso não é tudo, mesmo assim, o cliente deve denunciar o funcionário bandido, vale a pena, veja como, no fim da matéria, principalmente, se o produto/serviço fruto do crime gerou algum prejuízo ao cliente: juros, taxa de contratação ou qualquer despesa, o cliente foi roubado e tem que ser ressarcido. Banqueiro se acha esperto, o cliente tem que ser esperto e meio.
Cross-Selling (Venda Cruzada): Os bancos, para fugir destas situações, estão cada vez mais sofisticados nos crimes que praticam. A tática agora é a seguinte, ao solicitar um empréstimo, o funcionário bandido fala que o juros é de tanto ao mês, daí, quando o cliente topar e/ou reclamar, ele informa/sugere (não está obrigando) que se o cliente fizer um seguro o juros diminui e o cliente trouxa e otário aceita a proposta feliz da vida porque o funcionário o "ajudou". Detalhe: há casos em que o custo real com o seguro sai mais caro do que sem, aí é fazer o cliente de otário mesmo. Se essa moda pega, logo, logo, os bancos vão estar cobrando 55% de juros ao mês sem seguro e 5% com seguro. Qual o cliente vai escolher? Veja como o cliente deve fazer para se livrar dessa "sinuca de bico", caso não queira entrar na justiça e aguardar a lerdeza do processo, lendo, abaixo, "Tática contra os Bancos". Ou seja, o funcionário não está impondo a aquisição/contratação de um produto/serviço a aquisição/contratação de outro (s), portanto, não é venda casada, mas, por outro lado, apesar do banco dar duas opções ao cliente, de fato, ele só tem uma escolha a fazer, veja que dá uma boa briga jurídica, isso se chama inteligência burguesa, ou se preferir, inteligência criminosa para o mal. O mal sempre vence. Essa tal de venda cruzada, na verdade, se trata de OFERECER (não é IMPOR) outro produto/serviço que possa ser útil ao cliente, mas que, na maioria dos casos, acaba virando venda casada, principalmente, nos bancos. Oferecer outro produto/serviço é venda cruzada, impor é venda casada. Então, a partir do momento que o banco empresta dinheiro com juros altos sem o produto/serviço vinculado, obviamente, que ele impõe, força, obriga o cliente a também adquirir/contratar o outro produto/serviço vinculado que "diminuirá" o juros do empréstimo/financiamento. Por causa dessas sutilezas a malandragem se aproveita para fazer o consumidor de otário.
Tarifas Bancárias: A tática aqui é semelhante ao Cross-Selling, o objetivo é sempre o mesmo, cumprir metas roubando a grana do cliente. Ao abrir uma conta, o funcionário diz que a tarifa de manutenção é X, porém, se ele adquirir um produto/serviço (seguro, capitalização, etc) a tarifa diminui. Só que o funcionário ladrão não diz para o cliente que ele pode ter uma conta sem tarifa e sem precisar adquirir qualquer produto/serviço. Essa tática pode ser usada, também, num empréstimo/financiamento, se o cliente pagar por um pacote mais caro, o juros fica mais barato. Qualquer dúvida em como agir, caso não queira entrar na justiça e aguardar a lerdeza do processo, vá para o tópico "Tática contra os Bancos".
Tática contra os Bancos: A tática é a seguinte, o cliente deve se fazer de trouxa e otário, dizer que gostou da proposta e aceita-la, então, no dia seguinte ou em outro dia, o cliente se dirige à agência e cancela o produto/serviço que o funcionário empurrou goela abaixo, se preferir, o cliente pode cancelar em outra agência ou pelo telefone da central de atendimento ao cliente. Se tiver medo, receio de alguma retaliação, espere um mês, pague pela primeira parcela e, então, cancele. Mas o mais legal mesmo é cancelar com o funcionário bandido que atendeu o cliente e, no final do atendimento, aproveitar para tirar uma onda com a cara do funcionário bandido. Isso não é tudo, mesmo assim, o cliente deve denunciar o funcionário bandido, vale a pena, veja como, no fim da matéria, principalmente, se o produto/serviço fruto do crime gerou algum prejuízo ao cliente: juros, taxa de contratação ou qualquer despesa, o cliente foi roubado e tem que ser ressarcido. Banqueiro se acha esperto, o cliente tem que ser esperto e meio.
Protocolo: Tudo que o cliente fizer deve sempre ser por escrito e protocolado pelo banco. O funcionário não pode se recusar a protocolar a carta do cliente, por mais absurdo e mentiroso que seja o seu conteúdo, pois o protocolo apenas comprova que o banco recebeu a carta do cliente e não que o seu conteúdo seja verdadeiro. O cliente deve sempre exigir comprovante de tudo que foi feito e tudo que foi assinado. Não só com bancos, tudo no papel, é preto no branco.
Recusar o Atendimento (água, luz e telefone): Com a criação da lei da fila, que só vale para o atendimento no caixa, um absurdo inacreditável, pois não vale para o atendimento negocial (se valesse geraria mais emprego, pois o banqueiro teria que contratar mais funcionários, o que seria maravilhoso para toda a sociedade), os banqueiros bandidos, para não levarem multa, ao invés de contratar mais funcionários, gerar emprego, distribuição de renda, colocar a juventude desempregada para trabalhar, o banqueiro bandido e ladrão está burlando a lei recusando o recebimento de contas de água, luz e telefone. Isso é ilegal !!! Sugerir outros meios alternativos pode, recusar não. O país em crise, o banqueiro batendo recordes de lucro e nada de contratar. O que é pior, o banqueiro se livra da fila, da multa, lucra sem gerar empregos e superlota a fila das lotéricas. S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L. Terceirização forçada. Há um problema ridículo e inacreditável, o PROCON diz que os bancos são obrigados a receber e o BACEN Banco Central diz que os bancos podem se recusar a receber. A pergunta é: onde está o Ministério Público? [ 1 2 3 4 ] Como a justiça faz que nada vê, já há bancos recusando até boletos de baixo valor e/ou de outros bancos. Onde tudo isso vai parar? Nas longas filas das lotéricas.
Segmentação: A constituição é clara em seu artigo 5º dos direitos e garantias fundamentais: "Todos são iguais perante a lei." [ 1 ] Claro, também, é que a constituição é um livro que só serve mesmo para enfeitar a prateleira de juízes e advogados, um livro cheio de utopias inviáveis no regime capitalista, como, por exemplo, todos tem direito a moradia e a educação, claro, desde que faça um financiamento do "Minha Casa, Minha Vida" ou "FIES", respectivamente, se alguém está pagando, então, não é direito, é dever. Voltando ao tópico, a segmentação adotada pelos bancos é crime constitucional. Itaú Personnalité, Bradesco Prime, Banco do Brasil Estilo, entre outros, são exemplos de preconceito e discriminação, onde ricos tem qualidade no atendimento e os pobre são direcionados às agências superlotadas onde clientes e funcionários convivem num ambiente insalubre, degradante, desumano e hostil.
Crime: Segmentação é Segregação
Empresa do povo traindo o próprio povo.
Povão na esquerda e Burguesia na direita.
Povão na esquerda e Burguesia na direita.
Incrível, mas é comum ver as duas agências juntas, vizinhas, uma ao lado da outra, como se o banco estivesse gozando da cara do povão, ou será que está mesmo? Nem para dar uma disfarçadinha. Pior que isso, é que dentro das agências destinadas ao povão, também, há segmentação, duas filas de espera se formam, geralmente, uma logo na entrada da agência, para os pobres, e outra mais ao fundo da agência, para clientes com renda maior, classe média. Então, é mais ou menos assim: burguesia na agência chique e, na agência zoada fica o povão, com a classe média separada dele.
Estados Unidos: Negros somente no fundão do busão [ 1 ].
Cliente trabalha de graça: Um dos objetivos do banqueiro é impedir os clientes de irem às agências para, num futuro próximo, nem existir mais agências. Quanto mais o cliente usa os meios de auto atendimento (terminais eletrônicos, internet, telefone, etc), ou seja, trabalha para o banco de graça, sem ser remunerado por isso, pelo contrário, ainda paga para trabalhar para o banco em forma de tarifas bancárias, mais o banco lucra, também, ao diminuir seu quadro de funcionários. Isso é inteligência burguesa, roubar sem o uso de armas. E o cliente trouxa ainda fica feliz por não ter pego fila na agência, quando, na verdade, as agências bancárias deveriam estar cheias de funcionários, num ambiente de descontração e encontro para um bate papo com funcionários e o gerente, tal como faziam aquelas velhinhas aposentadas que colocavam a melhor roupa para ir ao banco. Ir ao banco deveria ser algo prazeroso como ir ao shopping, com: televisão, lanchonete, restaurante, internet, revistas, livros, tal como nos aeroportos quando o passageiro passa pelo detector de metais e, em seguida, na sala de embarque, surge um comércio com várias lojas destinadas aos passageiros enquanto aguardam seu voo, seria mais uma forma dos bancos lucrarem mais ainda com o aluguel desses pontos e não uma penitência desumana medieval.
Ecologia: Imagina a seguinte cena: O cliente chega para depositar dinheiro no terminal eletrônico, ele pega o envelope de depósito, preenche, a caneta, os dados solicitados no envelope, digita os dados solicitados no terminal e insere o envelope no terminal. Do outro lado do terminal, o funcionário pega o envelope, abre, processa o envelope e JOGA O ENVELOPE NO LIXO. Digamos que, na melhor das hipóteses, esse envelope inutilizado é enviado para reciclagem e que ele foi produzido utilizando plantação responsável, por exemplo, reflorestamento e sem uso de cloro, que agride o meio ambiente, para deixar o papel branco, repare que, na maioria dos bancos, o papel não é creme, é branco, usou cloro, inclusive os papéis A4 do atendimento, aqueles utilizados para imprimir contratos, por exemplo, ainda estão utilizando o papel branco ao invés do creme. O que era para ser uma alternativa, se tornou quase que obrigatório. Os bancos forçam os clientes a utilizarem os terminais de auto atendimento para impedi-los de entrarem nas agências e, assim, diminuir o número de funcionários e lucrar mais ainda. Agora, imagina a seguinte cena: o cliente chega para depositar dinheiro dentro da agência, no caixa humano, entrega o dinheiro ao funcionário, diz os dados, o caixa conta o dinheiro, deposita e entrega o comprovante. Custo ZERO para o meio ambiente, não foi preciso uma área para plantar árvores, não foi preciso derrubar uma árvore, nem veículos para transporta-las até a indústria que vai processa-las e transforma-las em papel e nem veículos para transportar os envelopes para cada uma das agências espalhadas pelo país. No processo de reciclagem também há impacto ambiental: transporte dos envelopes usados de todas as agências para a central de reciclagem, separação da parte colante do papel propriamente dito, processo industrial de reciclagem, envio para a indústria que produzirá, novamente, o envelope e, finalmente, o reenvio para todas as agências do banco espalhadas pelo país. R-I-D-Í-C-U-L-O. Só para dizer que é um banco informatizado, quando, na verdade, o processamento é todo manual. E o pior de tudo é que nem para facilitar ou agilizar a vida do cliente esse procedimento serve, pois, do início ao fim da digitalização, por parte do cliente no terminal, o tempo gasto é maior do que se fosse feito pelo caixa. Apenas transfere a fila de dentro da agência para fora, que é o que os banqueiros, realmente, querem. É comum acontecer de o caixa interno estar vazio e os funcionários, mesmo assim, barrarem os clientes orientando-os a fazerem o depósito no auto atendimento lotado.
Banco do Brasil: Banco divulgou nota à imprensa dizendo que não faz venda casada [ 1 ]. Clientes se uniram em ação coletiva para denunciar o banco por fazer venda casada [ 1 ] MPF denunciou quatro funcionários do banco e eles podem pegar de 2 a 5 anos mais multa por praticarem a venda casada [ 1 ]. Justiça determina admissão imediata de concursados, ou seja, filas demoradas, falta de funcionários e o banco não chama os aprovados, há, inclusive, denuncias de corrupção nos concursos para faturar com a realização de mais concursos que o necessário sem chamar os aprovados do concurso anterior [ 1 2 3 ]. OIto funcionários afastados por duplicarem empréstimos aos clientes [ 1 ].
Caixa Econômica Federal: Ação do MPF foi proferida pela justiça e, assim, o banco não pode mais fazer venda casada. Isso só pode ser piada de mal gosto ou humor negro. O assassino está proibido de assassinar, o estuprador está proibido de estuprar e tão pouco de por só a cabecinha. A própria justiça gozando na cara do povo [ 1 2 ].
Itaú, Santander, Bradesco: Claro que os bancos privados não ficam atrás, são denúncias e mais denúncias, é algo que aparenta não ter solução e nem fim [ 1 2 3 ].
Lucro Recorde: A crise de 2.015 não foi sentida pelos bancos que bateram, com extrema facilidade, os números de 2.014 [ 1 ]. Como pode? Isso é impossível !!! Claro que é possível, a explicação está nesta matéria. O povão paga a conta, como sempre, é claro. Enquanto o sistema financeiro nada em dinheiro, o sistema produtivo foda-se.
Denúncia: Ligue para a ouvidoria do banco, para o PROCON e, principalmente, para o Banco Central clicando aqui (denúncia BACEN é gravíssima para os bancos e deve ser resolvida com urgência pelo gerente da agência) e denuncie o funcionário bandido. Não se esqueça de fazer, também, um boletim de ocorrência, claro que sim, isso é crime, ou seja, é caso de polícia, SIM.
Defesa do Consumidor: A Associação Brasileira do Consumidor é uma ONG que compra a briga na defesa dos consumidores contra bancos e empresas pilantras, não tem vínculo político ou financeiro seja com governos ou entidades privadas, vale a pena, pelo menos, conhecer o site da ABC, clique aqui e se impressione com as denúncias inacreditáveis contra os banqueiros e empresários bandidos.
Defesa do Consumidor: A Associação Brasileira do Consumidor é uma ONG que compra a briga na defesa dos consumidores contra bancos e empresas pilantras, não tem vínculo político ou financeiro seja com governos ou entidades privadas, vale a pena, pelo menos, conhecer o site da ABC, clique aqui e se impressione com as denúncias inacreditáveis contra os banqueiros e empresários bandidos.


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